Neuroarquitetura voltada a um ambiente destinado a saúde:
projeto de clínica médica humanizada
Palavras-chave:
Arquitetura hospitalar, Conforto ambiental, COVID-19, Humanização, PandemiaResumo
A arquitetura hospitalar nas últimas décadas vem se transformando e evoluindo em vários
aspectos. As edificações hospitalares que antes possuíam o estereótipo de locais de espera da morte,
passaram a estabelecimentos com funcionalidade terapêutica. A pandemia da COVID-19, acelerou
alguns processos que já estavam em discussão como a tendência na humanização dos espaços
hospitalares. Com o avanço rápido, em escala global, do novo coronavírus diversas medidas tomadas
para conter o avanço da doença refletiram diretamente em todas as esferas humanas. A ciência e a
arquitetura hospitalar precisaram se adaptar rapidamente a uma realidade inesperada, a reestruturação
dos espaços de saúde nunca foi tão necessária. A preocupação com relação ao bem-estar dos pacientes
e usuários nas unidades de saúde tornou-se ponto central em diversas discussões. O objetivo desse
artigo é destacar a importância e as problemáticas enfrentadas pela arquitetura hospitalar brasileira,
já que o ambiente físico é capaz de acelerar a recuperação dos pacientes, interferindo diretamente no
processo de cura, além de proporcionar a sensação de bem-estar os seus usuários. Assim, buscando
uma arquitetura que visa contribuir para além do bem estar físico e psicológico do paciente, espaços
que possam dar condições de permanência, convívio e conforto a todos os usuários, desde
trabalhadores a acompanhantes, através de diretrizes de conforto ambiental e sustentabilidade,
propõem-se um projeto arquitetônico de uma clínica médica humanizada especializada em
atendimentos a vítimas de doenças respiratórias, com uma ala exclusiva dedicada aos pacientes com
sequelas decorrentes da COVID -19, na cidade de Sinop-MT.
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