Análise acerca da psicologia criminal como instrumento de redução do crime
Palavras-chave:
Psicologia Criminal, Psicopatas., Redução de crimeResumo
pesquisa abordou sobre a psicologia criminal como instrumento redutor do crime em relação aos sujeitos considerados delinquentes e infratores da Lei por serem portadores do Transtorno de Personalidade Antissocial (TPAS). O Transtorno de Personalidade Antissocial é caracterizado por um padrão persistente de desconsideração e violação dos direitos dos outros, incluindo comportamentos delinquentes e antissociais, tratando de uma incapacidade de conformar-se às normas sociais impostas no meio em que vive. Os pacientes com tal transtorno são sujeitos frios, insensíveis e, por vezes, calculistas, conceituados como psicopatas. A psicologia criminal tem dado prioridade em estudos, pesquisas e têm sido utilizada no sistema carcerário brasileiro, com a finalidade de trabalhar e tratar de forma digna o regresso do réu ao convívio da sociedade. Algumas pessoas nos dias de hoje tem o senso comum de que “quando o criminoso é preso, as ruas ficam mais seguras”, mas a realidade não é bem assim. Quando prendem acabam deixando os presos literalmente em condições ociosas, tornando as penitenciárias brasileiras como verdadeira universidade criminal. Com base nisso, demonstrou como a psicologia criminal pode ser utilizada como instrumento de redução de crime, através da identificação do perfil psicológico do criminoso, bem como detectando traços de psicopatia, demonstrando que o agente psicopata, carece de uma avaliação técnica de um profissional capacitado para a identificação desses sujeitos.
Downloads
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Esta revista, seguindo as recomendações do movimento de Acesso Aberto, proporciona seu conteúdo em Full Open Access. Assim os autores conservam todos seus direitos permitindo que a Revista Mato-grossense de Direito possa publicar seus artigos e disponibilizar pra toda a comunidade.


